Texto publicado no Jornal "Diário do Minho", 09 de junho de 2017, p. 20
sexta-feira, 30 de junho de 2017
domingo, 18 de junho de 2017
"Psicologia do Trabalho: O coração e os olhos da organização": impressões de leitura
A
convite da Profª Doutora Fátima Lobo, Coordenadora do Mestrado em Psicologia do
Trabalho e das Organizações (FFCS-UCP Braga), tive a honra de colaborar, no dia
09 de junho, na sessão de apresentação da síntese das atividades académicas
realizadas por aquele 2º Ciclo no decurso do presente ano letivo (mais
informação, cf. site: http://cippto.com/)
Coube-me
a grata tarefa de comentar o trabalho publicado sob a responsabilidade daquela
Professora, cujo conteúdo resultou da aplicação de um questionário aos alunos
finalistas do referido Mestrado. Nesta obra, intitulada Psicologia do Trabalho: O coração e os olhos da organização, os
alunos inquiridos responderam às questões colocadas, projetando o seu futuro
como psicólogos intervenientes no mundo das organizações e do trabalho, alimentados
pelos seus sonhos mais genuínos, e valorizando a excelência da formação
recebida, perante os desafios complexos e exigentes que se colocam à sua ação.
Aqui
fica o texto-guião do comentário então apresentado.
IMPRESSÕES DE
LEITURA DA OBRA
Fátima Logo
(Organização). Psicologia do Trabalho: O
coração e os olhos da organização, Braga: Colegium: Investigação e Promoção
da Psicologia do Trabalho e das Organizações, Abril, 2017
1.
Felicitar o grupo dos mestrandos e sua coordenadora pela iniciativa em curso na
área da Psicologia do Trabalho e das Organizações.
2.
Saúdo a decisão de ousarem publicar os vossos testemunhos, pontos de vista,
expectativas; uma decisão que muito vos dignifica e que introduz uma
diferenciação importante na vossa área de formação.
Aproveito
a circunstância para sugerir que outros cursos e turmas prossigam este exemplo
de promover a publicação de trabalhos de alunos que tenham qualidade científica
e literária. Que os docentes incentivem estas boas práticas. Que se recuperem
as Revistas dos Alunos da Faculdade, publicadas sob a iniciativa dos Alunos e
sempre com a colaboração da supervisão dos docentes, como foi prática durante
tantos e bons anos. Que os órgãos de decisão da Faculdade apoiem e estimulem
estas práticas – aqui fica este pedido.
3.
Quero, sobretudo, valorizar a já referida dimensão testemunhal desta
publicação, na qual podemos captar claramente os dispositivos anímicos,
intencionais e prospetivos com que os mestrandos do Curso de Psicologia do
Trabalho e das Organizações do biénio 2015-2017 se posicionam.
4.
Tendo já realizado quase todo o académico letivo, teórico e prático da sua
formação pós-graduada, e estando já no horizonte a inserção no mundo laboral e
uma nova fase das suas vidas, é muito significativo que estes mestrandos/as se
deixem mobilizar, de acordo com os seus testemunhos, pelos seus sonhos. De tudo
o que li do vosso livro, o que mais me tocou, foi precisamente essa opção
explícita e partilhada por todos. É mesmo admirável. Sim, porque em vez dos
sonhos, os vossos moventes poderiam ser o dinheiro, o poder, o status, um bruto
automóvel, ou outro benefício qualquer social e economicamente bastante mais
apreciado. É caso para dizer: «Diz-me que sonhas, dir-te-ei da tua grandeza». E
só com grandeza e profundidade se faz um Psicólogo, pelo menos um Psicólogo
Organizacional e do Trabalho.
5.
Fernando Pessoa, não por acaso tão reiteradamente presente no vosso livro, pôs
no sonho o pedaço de nada que abre o mundo. Vale a pena recordá-lo:
«Não sou nada.
Nunca serei nada.
Não posso querer ser nada.
À parte isso, tenho em mim todos os sonhos do mundo.»
(Álvaro de Campos, Tabacaria).
6. Mas, vejamos então, num breve conspecto e cingindo-me às vossas próprias
palavras, o que sonhais, os vossos sonhos, e como eles se vivificam, também, no
contacto com a vossa experiência académica, a vossa formação, o vosso curso, o
vosso mestrado.
A Ágata vive com o sonho de «sonhar, sonhar sempre». Para ela, sonhar é sinónimo
de «viver», algo que a revitaliza continuamente, mesmo perante as dificuldades
e as incertezas.
Para a Eva, o sonho entronca no desejo de felicidade, não solitariamente,
mas como algo que se consegue sempre em relação, com os outros…
Já para a Filipa, o sonho maior é feito de doação, de dádiva de si mesma,
de modo a tornar os outros felizes. Por isso, integra no seu ser valores de
humildade, de autenticidade, de autoconhecimento. Retoma a imagem do sol para
exemplificar a doação que gera felicidade. A generosa luz do sol é como outra
generosa presença solidária e amiga da mão estendida ou do braço que abraça.
Para o Joel e para a Sara, sonhar rima com «viajar». Não propriamente para
lúdicas distrações, mas para saciar esse desejo de conhecimento, e de
enriquecimento pessoal e profissionalmente. Procurar o diferente, medir-se a si
mesmo pela resposta aos desafios do outro, seja este um lugar, uma pessoa, uma
cidade, um país…
A Sofia traz consigo o sonho, ou a aspiração de encontrar a sua oportunidade
de se poder realizar humana e profissionalmente na área de atividades para a
qual se está a formar e a preparar. É certamente uma aspiração legítima, cuja
concretização auguramos possa acontecer o mais rapidamente possível, bem como
para todos os colegas.
7. Como facilmente se infere, de sonhos e expectativas está o texto
profusamente cerzido. Sendo que, destas últimas – das expetativas – os seus
autores manifestam um consciente conhecimento de como alcançá-las, das
respetivas etapas, dos meios a utilizar, das oportunidades a explorar. A
atestar esse conhecimento de causa, estão bem presentes no texto prolixas
referências bibliográficas, qual lacre bem sólido da excelente preparação
académica e científica de que são credores.
8. Um outro traço distintivo dos testemunhos vertidos nesta publicação, diz
respeito à fina perceção da dimensão afetiva, sentimental e emocional de que
frequentemente carece a abordagem do mundo do trabalho, do mundo das
organizações e das instituições, sendo por aí que estes alunos fazem intenção
de entrar o mais possível. Dado que é, precisamente, nesse registo da verdade
do coração que eles identificam a essência fundamental do humano e do social
naquilo em que o social reitera o humano. Também por esta declarada opção, a
Faculdade se deve sentir regozijada, e honrada por tais alunos e por tal
projeto, que assim os foi conduzindo.
9. Depreende-se deste opúsculo que todos estes jovens mestrandos revelam um
inequívoco domínio das condições difíceis que no presente afetam o mundo laboral,
no seu todo. Bem como do grau de incerteza que paira na atmosfera empresarial,
pública e privada, e que vai toldando o semblante, mesmo dos mais otimistas.
Possuem também uma consciência cristalina da enorme luta que terão que encetar
pelo reconhecimento profissional do papel insubstituível do psicólogo
organizacional nas empresas, nas instituições, nas organizações… Mas como
contraponto, posso garantir que, pelo que li, nenhuma destas reticências os
demove da sua convicção mais profunda: de que vale a pena esta formação
académica porque sentem que está cheia de futuro. Um futuro que lhes alicerça a
esperança. Por isso a vivem com tanta paixão, que no livro se manifesta, a
transbordar.
Carlos Morais / FFCS –
Católica Braga / 09 de junho 2017
terça-feira, 13 de junho de 2017
Palestra sobre o Budismo na Escola Secundária Martins Sarmento - Guimarães
No passado dia 09 de
maio tive a grata possibilidade de proferir uma palestra na Escola Secundária Martins
Sarmento, em Guimarães, sobre a temática do Budismo, a que assistiram várias
turmas de alunos e também um grupo de docentes. A palestra tinha por título "O budismo: uma
espiritualidade entre Filosofia e Religião". A temática foi apresentada em
dois momentos principais. O primeiro, centrado na identificação dos rasgos mais significativos do percurso existencial de Buda (Siddharta Gautama). O
segundo momento foi focalizado no aprofundamento da espiritualidade budista,
refletindo até que ponto os seus aspetos mais característicos a aproximam da
atitude filosófica e da atitude religiosa.
À semelhança do que aconteceu noutras
Escolas, também aqui notei uma adesão muito significativa a estas temáticas
relacionadas com as culturas orientais e com o budismo em particular.
Foi muito gratificante ter reencontrado
colegas, antigos alunos da então Faculdade de Filosofia, com os quais não
contactava há muito tempo.
Esta palestra só se realizou devido as
diligências generosamente realizadas pelo Dr. Eurico Silva, de quem partiu o
convite na qualidade de Coordenador do Departamento de Filosofia da referida
Escola. Por isso, agradeço-lhe penhoradamente todo o seu esforço, que culminou
nesta iniciativa; na sua pessoa, envio também um agradecimento à Direção da
Escola e a todos os Colegas e Alunos que estiveram presentes na sessão.
Carlos Morais
sábado, 11 de março de 2017
Turmas da Escola Sec. Carlos Amarante (Braga) visitaram a Faculdade. Ação de sensibilização para o estudo da Filosofia
Ação de sensibilização para o estudo da Filosofia
Realizou-se na Faculdade de Filosofia e Ciências Sociais da Univ. Católica (Braga), no passado dia 24 de janeiro de 2017 uma ação de sensibilização para o estudo da Filosofia. Esta ação teve como destinatários os alunos de três turmas do ensino secundário da Escola Secundária Carlos Amarante (ESCA - Braga).
Pretendeu-se despertar e fomentar vocações filosóficas junto dos mais jovens, bem como o enriquecimento da sua visão da Filosofia, conhecendo melhor as potencialidades da formação filosófica no mundo laboral. Foi também sublinhada a política da Faculdade quanto à oferta de bolsas de estudo a todos os alunos que se inscrevem no Curso de Filosofia, traduzindo-se esta bolsa numa propina mensal mais baixa do que a que é praticada pelas instituições de ensino superior estatal. Procurou-se, ainda, mostrar algumas das traves-mestras onde assenta a especificidade do ensino da Filosofia na Universidade Católica em Braga: as instalações, o ambiente humano, equipamentos, acervo bibliográfico, valores primordiais da formação, etc. A informação prestada não se cingiu apenas à oferta formativa da filosofia, antes abrangeu todas as áreas de formação da Faculdade, tendo sido distribuída documentação sobre todas as opções que a Faculdade oferece para o prosseguimento de estudos, após o secundário.
O Programa da ação incluiu: a visita guiada à FFCS; o visionamento de um documentário sobre a Filosofia e suas aplicações; breve palestra e diálogo de esclarecimento sobre a Filosofia na Católica de Braga.
A ação, organizada pelo docente Carlos Morais, contou com a inestimável colaboração das Professoras da ESCA, Drªs. Maria Beatriz Macedo, Ana Pereira e Goreti Mota e do Prof. Artur Galvão da FFCS.
A todos os que participaram nesta iniciativa - especialmente aos estudantes da ESCA - manifestamos a nossa gratidão.
Católica Braga comemorou Dia Mundial da Filosofia 2016: Filosofia e novas atividades profissionais
Antigos Alunos testemunham percursos profissionais edificados na Filosofia
A Faculdade de Filosofia e Ciências Sociais da Universidade Católica, em Braga, organizou a 17 de novembro de 2016 uma sessão comemorativa do Dia Mundial da Filosofia, celebrada sob o patrocínio da Unesco.
Tratou-se de uma iniciativa do Curso de Filosofia, realizada em articulação com diversas instituições de ensino da região, nomeadamente: Colégio D. Diogo de Sousa (Braga), Colégio das Caldinhas/Instituto Nun’Álvres (Santo Tirso), Oficina/Ina (Santo Tirso) e a Cooperativa de Ensino Didáxis (Riba d'Ave).
O programa iniciou-se pelas 09h30, com o acolhimento aos alunos e professores, seguindo-se, às 10H00, a apresentação de três palestras, na Aula Magna, dedicadas ao tema: “A Filosofia e a criação de itinerários profissionais”. Pretendeu-se, com estas palestras, demonstrar - mediante os testemunhos dos antigos alunos - a mais-valia da formação filosófica como base para a criação e desenvolvimento de percursos profissionais de grande significado social e que garantem assinalável êxito no mundo laboral; mostrar aos jovens que a Filosofia é capaz de abrir oportunidades laborais, muito para além da profissão de docente desta área do conhecimento.
Para exemplificar e aprofundar o alcance das potencialidades da Filosofia na abertura de novos itinerários profissionais, a organização convidou para oradores da sessão três antigos alunos do Curso de Filosofia, que se têm destacado em atividades profissionais de cariz sociopolítico, administrativo, nas áreas da orientação vocacional, consultoria filosófica e na orientação e previsão em astrofilosofia. Estes antigos alunos são nomes conhecidos na praça pública: Manuel Dias de Barros, Nuno Paulos Tavares e José Prudêncio.
Cada um dos oradores apresentou o seu testemunho, demonstrando como a Filosofia lhes abriu caminhos de descobertas profissionais inovadoras e com futuro.
O Dr. Manuel Barros assumiu-se como um humanista gestor, situando na filosofia os princípios orientadores do conhecimento e da ação que presidem à sua intervenção nas diversas organizações por onde tem espraiada a sua competência profissional, reconhecidamente plena de sucesso. O seu itinerário é uma clara demonstração de que, longe de servir apenas para habilitar professores, a filosofia forma autênticos cidadãos empreendedores.
O Dr. Nuno Paulos Tavares explicou em que consiste a sua atividade de consultor filosófico, potenciada na dimensão prática da filosofia. Abandonou o ensino da filosofia para se dedicar à construção do seu espaço profissional, um espaço diversificado pelas seguintes áreas de intervenção: filosofia para crianças, filosofia nas organizações, formação filosófica de profissionais (professores, médicos, engenheiros, advogados, enfermeiros, agentes de marketing, entre outros). O seu trabalho principal reside nas consultas filosóficas ou aconselhamento filosófico.
O Dr. José Prudêncio dedica-se à astrologia filosófica, ou como enfatiza, é consultor em “astrofilosofia”. No seu testemunho explicitou como a experiência da fragilidade humana o conduziu para o estudo da filosofia. Ficou também patente que a filosofia lhe forneceu o método para assumir e clarificar a responsabilidade pela sua vida e, em certo sentido, também pela vida dos outros. Encontrou na astrologia o complemento que, conjuntamente com a filosofia, consolida a sua análise, interpretação e “previsão” da existência humana.
Após a apresentação destes testemunhos, seguiu-se uma visita às instalações da Faculdade de Filosofia e Ciências Sociais. A jornada finalizou com a entrega dos Certificados de Presença e um convívio no Bar da Faculdade.
Fotos e vídeos do evento: ver aqui
Fotos e vídeos do evento: ver aqui
quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017
Escola, Museus de Arte e Literacia Artística - Tema de Provas de Mestrado
Realizaram-se na Faculdade de Filosofia e Ciências Sociais
da Universidade Católica Portuguesa - Braga, em 30 de janeiro de 2017, as
Provas de Mestrado em Ensino de Artes Visuais da licenciada Susana
Rafaela Ferreira Leite, tendo apresentado o Relatório de Estágio
intitulado: "Complementaridades entre Escola e Museus de Arte para a
construção de uma literacia artística”, do qual tive a grata experiência de ter
sido orientador e de ter partilhado a Mesa do Júri com o Prof. Doutor José
Manuel M. Lopes, da FFCS-UCP (Presidente) e com o Prof. Doutor Vítor Manuel F.
Ribeiro Moura, da UM (Arguente).
A índole do trabalho realizado está patente no seguinte
Resumo:
«Enfatizando a dinâmica das artes em contexto escolar, o
presente Relatório, realizado no
âmbito do Mestrado em Ensino de Artes Visuais no 3.o Ciclo do Ensino Básico e no Ensino Secundário, procura
fundamentar a dinâmica do ensino das artes visuais
em articulação com os contextos de educação não-formal e formal.
Tentamos neste trabalho mostrar a importância das
instituições culturais (museus de arte) e a sua articulação com a escola no
caminho a trilhar nas práticas educativas em artes visuais. A intervenção
pedagógica levada a efeito com a turma em que realizamos o estágio
profissional, na Escola Vale São Cosme – Didáxis, reforçou várias ações
conjuntas entre a escola e duas instituições culturais, potenciando o diálogo
com e sobre as obras de arte.
Os diálogos analíticos com as obras de arte encetados pelos
alunos ao longo da intervenção pedagógica, em contexto de sala de aula e também
no museu e galeria visitados, centrados na fruição estética e nas suas
dimensões, foram sustentados por teorias e metodologias que privilegiam a
dimensão estética no ensino das artes visuais, assente na dinâmica de diálogo e
contacto com a obra de arte.
Estas dinâmicas, que evidenciam a complementaridade entre
as aprendizagens formais e não-formais, mostraram ser possível desenvolver o
conhecimento fundamentado da obra de arte, enquanto geradora de saberes, com
vista à construção de uma literacia estética e artística.
A prática pedagógica procurou, através do contacto in loco
com obras de arte e da exploração das mesmas em sala de aula, incentivar a
dimensão estética da educação artística e o desenvolvimento da linguagem
específica das artes, promovendo a correlação das competências: ver - observar;
refletir - interpretar; experimentar - criar.»
Palavras-chave: educação não-formal; educação formal; obra de arte; fruição
estética; literacia artística; literacia estética.
sexta-feira, 27 de janeiro de 2017
“O pensamento Oriental. Perfil filosófico de Buda e do budismo” - conferência na ESCA - Braga
Foi muito gratificante a oportunidade de proferiu a conferência intitulada “O pensamento Oriental. Perfil filosófico de
Buda e do budismo”, na Escola Secundária Carlos Amarante (ESCA-Braga), no âmbito
das comemorações do dia do Agrupamento e do projeto Fascínio do Oriente. A
conferência teve lugar no Auditório da ESCA, no dia 26 de janeiro de 2017.
A realização desta conferência constituiu uma excelente oportunidade de partilha de conhecimentos e de discussão com os alunos desta Escola, sobre um tema de manifesto interesse: as raízes filosóficas do budismo.
Neste sentido, foi muito estimulante verificar a curiosidade de um Auditório quase totalmente preenchido pelos jovens estudantes, movidos pela curiosidade da diferença que vem do Oriente. Siddharta Gautama, Hinduísmo, Vedas, Upanishad, Karma, Reencarnação, Atmán, Brahmán, Iluminação, Nirvana, Espiritualidade, Conhecimento profundo («vipassana»), Meditação, Superação do sofrimento, Salvação, Óctuplo Caminho, foram alguns dos conceitos-guia numa reflexão sobre o mistério da existência.
As questões levantadas pelos alunos no final da conferência constituem a garantia de que sementes de pensamento filosófico terão ficado a germinar nas suas mentes.
A realização desta conferência constituiu uma excelente oportunidade de partilha de conhecimentos e de discussão com os alunos desta Escola, sobre um tema de manifesto interesse: as raízes filosóficas do budismo.
Neste sentido, foi muito estimulante verificar a curiosidade de um Auditório quase totalmente preenchido pelos jovens estudantes, movidos pela curiosidade da diferença que vem do Oriente. Siddharta Gautama, Hinduísmo, Vedas, Upanishad, Karma, Reencarnação, Atmán, Brahmán, Iluminação, Nirvana, Espiritualidade, Conhecimento profundo («vipassana»), Meditação, Superação do sofrimento, Salvação, Óctuplo Caminho, foram alguns dos conceitos-guia numa reflexão sobre o mistério da existência.
As questões levantadas pelos alunos no final da conferência constituem a garantia de que sementes de pensamento filosófico terão ficado a germinar nas suas mentes.
Um agradecimento
muito especial às/aos Colegas docentes presentes na sessão, particularmente à
Drª Maria Beatriz Macedo que, como Coordenadora do
departamento de ciências sociais e humanas, desencadeou esta iniciativa e à Drª Ana Margarida Dias que, na
qualidade de Professora Bibliotecária, coordena o interessante projeto
“Fascínio do Oriente” e na qual contextualizou a presente iniciativa.
> Fotos da Conferência: no Auditório da ESCA:
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